Conheça os edifícios mais altos do mundo construídos em 2011China, Emirados Árabes e Coreia do Sul lideraram construções de arranha-céus no ano. Ao todo, 88 prédios com mais de 200 m de altura foram concluídos | |||||||||
O ano de 2011 foi significativo na construção de arranha-céus por todo o mundo. Esse é o resultado do relatório desenvolvido pelo Council on Tall Buildings and Urban Habitat (CTBUH), que apontou que 17 dos 100 maiores edifícios do planeta tiveram suas construções finalizadas no ano passado. Desses 17, seis foram construídos na China, cinco nos Emirados Árabes e cinco na Coreia do Sul. Ao todo, 88 novos prédios com mais de 200 m foram concluídos em 2011, sendo a torre Kingkey 100, do escritório TFP Farrells, em Shenzhen, na China, com 442 m, o mais alto de todos. Os Emirados Árabes conquistaram as próximas duas posições. Em segundo lugar, ficou a Al Hamra Firdous Tower, projetada pelo escritório Skidmore, Owings & Merrill (SOM), na cidade do Kuwait, com 413 m. O edifício 23 Marina, assinado pelo escritório Hafeez, com 393 m e localizado na cidade de Dubai, ficou em terceiro. O conselho chama a atenção também para o fato de que o uso dos edifícios está mudando. Anteriormente, os arranha-céus eram exclusivamente para escritórios. Em 2000, 85% dos 100 edifícios mais altos eram somente de escritórios. Agora, apenas 50 se mantêm nessa lista. Já o número de edifícios de uso misto vem crescendo, chegando a 31 edifícios entre os 100 maiores. Em termos de localização, a Ásia se mantém no topo, com 46 dos 100 maiores edifícios, enquanto a Europa conta somente com um. As cidades do Panamá (Panamá), com 10 edifícios, Abu Dhabi (Emirados Árabes) e Busan (Coreia do Sul), com nove prédios cada, foram as que mais completaram arranha-céus em 2011. Até 2010, essas três cidades acumulavam somente seis prédios com mais de 200 m de altura, mas foram responsáveis pela construção de 32% dos arranha-céus no ano passado. De acordo com o conselho, é esperado que 2012 supere essa quantidade de projetos, mantendo o aumento até o final da década, principalmente pelas construções na China, que atualmente está com mais de 180 projetos de arranha-céus em obras. "Com mais de 300 projetos de edifícios que ultrapassam os 200 m em andamento, é esperado que a velocidade do desenvolvimento de edifícios altos continue aumentando", diz o relatório. Confira os 10 edifícios mais altos construídos em 2011: 1. Kingkey 100, de TFP Farrells Altura: 442 m Andares: 100 Local: Shenzhen, China 2. Al Hamra Firdous Tower, de Skidmore, Owings & Merrill Altura: 413 m Andares: 77 Local: Cidade do Kuwait, Kuwait Altura: 393 m Andares: 90 Local: Dubai, Emirados Árabes 4. Tianjin Global Financial Center, de Skidmore, Owings & Merrill Altura: 337 m Andares: 74 Local: Tianjin, China 5. The Torch, de Khatib & Alami Altura: 337 m Andares: 79 Local: Dubai, Emirados Árabes 6. Longxi International Hotel, de A+E Design Altura: 328 m Andares: 74 Loca: Jiangyin, China 7. Wenzhou Trade Center, de RTKL Altura: 322 m Andares: 68 Local: Wenzhou, China 8. Etihad Towers T2, de DBI Design e AECOM Altura: 322 m Andares: 38 Local: Abu Dhabi, Emirados Árabes 9. Northeast Asia Trade Tower, de Kohn Pedersen Fox Associates Altura: 305 m Andares: 38 Local: Incheon, Coreia do Sul 10. Doosan Haeundae We've the Zenith Tower A, de DeStefano + Partners Altura: 301 m Andares: 80 Local: Busan, Coreia do Sul |
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sábado, 21 de janeiro de 2012
sábado, 5 de novembro de 2011
Caixa aprova construção de mil casas em concreto-PVC
Sistema reduz tempo de construção para sete dias e preço em até 15% | ||||
A Caixa Econômica Federal (CEF) aprovou a construção de mil casas no sistema construtivo concreto-PVC pelo grupo formado pela Global Housing, DuPont e Braskem. Segundo o grupo, a ideia é que, futuramente, as casas sejam utilizadas no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Essas mil residências ainda não têm local definido para sua construção, mas devem ser instaladas em várias regiões do País. O sistema já conta com uma diretriz do Sistema Nacional de Aprovações Técnicas (Sinat). Segundo os fabricantes, uma planta básica de 36 m² pode ser erguida em sete dias, com o preço do metro quadrado por volta de R$ 850. Além de residências, o sistema pode ser utilizado também em hospitais, creches, escolas, centros comunitários e galpões. A fundação das casas segue o mesmo padrão dos imóveis de alvenaria convencional. Após essa etapa, os perfis de PVC são encaixados uns aos outros. Alguns perfis já foram fabricados com os espaços ideais para as portas e janelas da casa. Mas, mesmo após o término da construção, é possível abrir espaço para novas portas ou janelas, através da utilização de máquinas de corte. Colocadas as armaduras de aço em cada um dos perfis, são identificados os pontos de elétrica e hidráulica para que suas redes sejam instaladas no sistema. Somente então inicia-se o enchimento dos perfis com concreto. Quando não tiverem função estrutural, as paredes podem ser ocas, somente formadas pelos perfis de PVC. Segundo o grupo, podem ser construídos edifícios de cinco pavimentos (térreo e quatro pavimentos). A estrutura também pode receber qualquer tipo de cobertura. |
http://www.piniweb.com.br/construcao/tecnologia-materiais/caixa-aprova-construcao-de-mil-casas-no-sistema-concreto-pvc-240559-1.asp
Urbanismo Sprawl
Imagem de Urbanismo Spraw estadunidense
A urbanização dispersa, os instrumentos de planejamento e gestão urbanos como o zoneamento e as zonas de expansão urbana têm se mostrado cada vez mais coerentes ao direcionar as cidades para um futuro incerto e caótico. Os perímetros urbanos dos municípios têm sido utilizados cada vez mais em favor dos agentes reprodutores do espaço urbano desigual acirrando o processo de segregação sócio-espacial, a formação de vazios urbanos e a especulação imobiliária. Inerente a esse processo, a infraestrutura, um dos componentes mais importantes da terra urbana e que mais custam para o Poder Público, ficam cada vez mais dispersos e obsoletos no meio de uma ocupação desordenada do solo da cidade.
A ocupação do território brasileiro é muito mau planejada, havendo assim, grande desorganização espacial do mesmo, por isso surge a ideia do urbanismo sprawl (ou sprawling).
Esse tipo de urbanismo ainda não é bem difundido no Brasil, mas pode vir a ser incorporado nos processos de ocupação territorial do país, já que surti grande efeito para os estadunidenses, e poderá amenizar problemas que a urbanização dispersa ocasiona. Mas não é simples assim, creio eu que o país não tem uma infraestrutura preparada para proporcionar tal revolução, à menos que passemos por longos processos de mudança e adaptação.
Crítica feita por Thiago Gomes, inspirada nas pesquisas de Maurício Polidoro, José Augusto de Lollo e Osvaldo Coelho Pereira Neto; Urbanismo Spraw em Londrina.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Seminário Águas Subterrâneas em Bacias Hidrográficas
Organizado pela Comissão Especializada das Águas Subterrâneas da Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos, realiza-se, no dia 18 de Novembro no Laboratório Nacional de Engenharia Civil, o Seminário As Águas Subterrâneas nos Planos de Gestão de Bacia Hidrográfica. Pretende-se com este Seminário fazer o ponto da situação relativamente ao estado do conhecimento das águas subterrâneas em Portugal Continental, tendo em vista o cumprimento das exigências da Lei da Água e da Directiva Quadro da Água.
Os planos de gestão de bacia hidrográfica são instrumentos de planeamento das águas que, visam a gestão, a protecção e a valorização ambiental, social e económica ao nível da bacia hidrográfica.
Este seminário reúne as Administrações de Região Hidrográfica (ARHs), responsáveis pela elaboração e execução dos planos, e as equipas responsáveis pela componente técnica dos planos. Visa juntar utilizadores e a comunidade científica para, em conjunto, serem debatidas questões que se prendem com a realização dos planos, nomeadamente: 1) avaliação dos estados quantitativo e químico das massas de águas; 2) avaliação de tendências significativas e persistentes para o aumento da concentração de poluentes; 3) definição de objectivos; 4) programação de medidas para se atingirem esses objectivos, incluindo a sua calendarização e custo/financiamento. Pretende-se salientar aspectos inovadores da realização dos planos, referir dificuldades e identificar lacunas de informação e de conhecimento.
Dado que uma das dificuldades identificadas na elaboração dos planos de gestão se relaciona com a definição e a caracterização dos ecossistemas (terrestres ou aquáticos) dependentes das águas subterrâneas, elemento fundamental para a classificação do estado das massas de águas subterrâneas, haverá também uma comunicação dedicada a este tema.
engenhariacivil.com
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